Não aceitamos a fatura dos lucros deles
Luís Montenegro, primeiro-ministro de Portugal
Enquanto a maioria paga a fatura, há uma minoria que continua a lucrar com o aumento dos preços. Não tem de ser assim. É possível controlar os preços dos combustíveis e dos bens essenciais, colocando os lucros excessivos a pagar a crise. Se também achas que a fatura da guerra deles não deve ser tua, assina a petição.
Apoiado por
Para:
Luís Montenegro, primeiro-ministro de Portugal
De:
[Seu Nome]
O custo de vida aumenta em espiral, sufocando quem trabalha. Os preços dos combustíveis, dos bens essenciais e das prestações da casa subiram a pique. Estados Unidos e Israel lançam bombas no Médio Oriente. O governo aplaude e a fatura é paga aqui mesmo.
Portugal é um país desigual. Enquanto empresas como a Galp ou a Sonae somam lucros milionários, multiplicam-se as crises de quem faz contas para chegar ao fim do mês. Não aceitamos esta desigualdade.
Existem soluções. Os subscritores desta petição exigem que o governo português:
- baixe o preço dos combustíveis, gás e bens alimentares essenciais, diminuindo os impostos sobre o consumo e controlando as margens de lucro;
- coloque os lucros extraordinários das gasolineiras e da grande distribuição a pagar a crise do custo de vida.